segunda-feira, 11 de julho de 2016

A história das Olimpíadas

Olimpíadas A cada quatro anos, atletas de centenas de países se reúnem num país sede para disputarem um conjunto de modalidades esportivas. A própria bandeira olímpica representa essa união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados, representando os cinco continentes e suas cores. A paz, a amizade e o bom relacionamento entre os povos e o espírito olímpico são os princípios dos jogos olímpicos. Origem dos Jogos Olímpicos Foram os gregos que criaram os Jogos Olímpicos. Por volta de 2500 a.C., os gregos já faziam homenagens aos deuses, principalmente Zeus, com realização de competições. Porém, foi somente em 776 a.C. que ocorreram pela primeira vez os Jogos Olímpicos, de forma organizada e com participação de atletas de várias cidades-estado. Atletas das cidades-estados gregas se reuniam na cidade de Olímpia para disputarem diversas competições esportivas: atletismo, luta, boxe, corrida de cavalo e pentatlo (luta, corrida, salto em distância, arremesso de dardo e de disco). Os vencedores eram recebidos como heróis em suas cidades e ganhavam uma coroa de louros. Além da religiosidade, os gregos buscavam através dos Jogos Olímpicos a paz e a harmonia entre as cidades que compunham a civilização grega. Mostra também a importância que os gregos davam aos esportes e a manutenção de um corpo saudável. Quando os romanos invadiram e dominaram a Grécia no século II, muitas tradições gregas, entre elas as Olimpíadas, foram deixadas de lado. No ano de 392 d.C., os Jogos Olímpicos e quaisquer manifestações religiosas do politeísmo grego foram proibidos pelo imperador romano Teodósio I, após converter-se para o cristianismo. Jogos Olímpicos da Era Moderna No ano 1896, os Jogos Olímpicos são retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido com o barão de Coubertin. Nesta primeira Olimpíada da Era Moderna, participam 285 atletas de 13 países, disputando provas de atletismo, esgrima, luta livre, ginástica, halterofilismo, ciclismo, natação e tênis. Os vencedores das provas foram premiados com medalhas de ouro e um ramo de oliveira.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Hipóteses da Escrita

Por isso, o professor precisa buscar descobrir o que o aluno está pensando sobre a escrita naquele momento

Hipótese Pré-silábica:
Pré-silábica é quando a criança passa a perceber que não é desenhar. O aluno neste estagio não usa as letras do alfabeto para escrever, escreve de forma garatuja (usa desenhos
.
Hipótese Silábica:

Na hipótese silábica ela já sabe que se usa letras para escrever, mas nesse momento a criança acha que usa para cada sílaba uma letrinha.

Hipótese Silábica com Valor Sonoro:

Hipótese Silábica com Valor Sonoro, a criança ainda acredita que para cada sílaba usa uma letra, mas geralmente ela relaciona o som da letra com a vogal ou consoante.

Hipótese Silábica Alfabética:

O aluno começa a perceber que para cada sílaba usa-se duas letras.

Hipótese  Alfabética

Toda criança nesta hipótese é sonora, Domina a maioria das letras do alfabeto, apresentando apenas dificuldades na ortografia entende por fim o código escrito, distinguindo letras, sílabas, palavras e frases.


sexta-feira, 10 de junho de 2016

Obaaaaaaaaá !!! Festa Junina


Projeto Festa Junina


Alunos Atendidos: 2ª Série do Ensino Fundamental
Período: Maio/Junho.
Duração: 45 dias.


Objetivos:


·                    Conhecer os significados das Festas Juninas;
·                    Desenvolver a coordenação motora;
·                    Desenvolver o raciocínio, a atenção e a percepção;
·                    Valorizar a vida no campo
·                    Estimular a criatividade e a imaginação
·                    Socializar



Desenvolvimento:


·                    Pesquisa
·                    Atividade de Português
·                    Atividade de Matemática
·                    Histórias
·                    Músicas
·                    Dramatizações
·                    Artes
·                    Sucatas
·                    Parlendas e Adivinhações
·                    Origame
·                    Lembrancinha



Culminância:
 
Festa Junina.
   

  • Pesquisa




Origem da Festa Junina

Existem duas explicações para o termo festa juninas. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
 Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.  
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.  

Brincadeiras para a festa Junina

Por Tamara Foresti


1.Amendoim na colher
Trace uma linha de partida no chão e posicione as crianças. Cada uma deve apanhar, com uma colher, um amendoim colocado a certa distância e trazê-lo para a linha. Vence o primeiro que reunir cinco amendoins.

2.Bigode no caipira Cada criança, de olhos vendados, tentará colocar um bigode no rosto desenhado de um caipira. Faça tudo de cartolina. O vencedor será quem mais se aproximar do alvo.

3.Saci esperto Risque no chão um retângulo grande. Numa ponta, será a partida, na outra, a chegada. Elas têm de apostar uma corrida pulando num pé só.

4.Casinha junina Corte uma melancia grande ao meio e retire todo o miolo. Parta essa metade na metade, para que possa ser apoiada no chão como uma casinha. Enfeite-a com motivos caipiras. Cada criança recebe três bolinhas e procura jogá-las de certa distância dentro da casinha.
5.Corrida de sacos
Trace uma linha de partida e outra de chegada. Arrume vários sacos grandes de tecido. Cada criança tem de fazer o percurso enfiada no saco preso à cintura.

6.Barraca do beijo Você pode fazer de duas formas. Uma delas é a tradicional, com uma criança distribuindo beijos nas outras, ou com retratos na parede (pode ser o Troy, de High School Musical, A Lola, de Charlie e Lola etc).

7.Pescaria
Recorte uma cartolina em formato de peixe e, onde seria a boca do animal, cole um clipe de metal com fita adesiva. Se quiser, encape com papel contact. Enterre os peixinhos em uma bacia ou piscina de areia. Para fazer a vara, amarre um barbante ou fio de nylon grosso em um galho ou graveto. Na outra ponta, amarre um clipe de metal aberto, com o formato de um anzol.

8.Arremesso em latas O objetivo do jogo é derrubar o maior número de latas possível em um arremesso. Separe 15 latas de alumínio vazias (pode ser de molho de tomate, leite condensado, creme de leite...), tomando cuidado para que não deixar pontas afiadas. Encape-as com papel camurça colorido e decore com lantejoulas. Arrume as latinhas em camadas. A base deve ter cinco latas. Em cima dela, mais quatro. Depois, 3 etc. Faça um risco no chão com cerca de três metros de distância das latas e lance a bola, que pode ser de plástico ou de meia.

9.Correio elegante Corte corações, balões e bandeirinhas de cartolina. As crianças podem escrever os bilhetes e mandar aos amigos, sem se identificar. Deixe um adulto responsável pela entrega dos recados.

domingo, 13 de março de 2016

ALFABETO COM AS 4 FORMAS

Alfabeto no tamanho A4 é só imprimir e colar na parede da sala de aula...
é muito fácil click no link abaixo...
E se vc gostou...não esqueça de curtir...!!!


sábado, 12 de março de 2016

FRUTAS - SILABAS MÓVEIS

Oiiiii ...

Essa semana sentei na frente do computador e fiz essa atividade.
Meus alunos simplesmente adoraram, uma ótima oportunidade de acompanhar a evolução dos alunos com dificuldade.



Para baixar é só clicar no link: FRUTAS - LETRAS MÓVEIS








domingo, 24 de janeiro de 2016

LAPBOOK


Navegando encontrei um novo recurso, o Lapbook pela tradução literal - livro de colo.
Sobre o Lapbook:

1. O que é um lapbook? No ensino o lapbook é uma ferramenta que você pode usar com suas crianças em lugar de folhas de trabalho ou outras ferramentas de aprendizagem monótonas. Pode ser usado pelo aluno pré-escolar, fundamental e médio e pode ser usado para qualquer assunto!


2. Além disso, lapbooks são ferramentas de revisão imediata! É o melhor modo para o aluno relembrar o que aprendeu sobre determinado assunto retirado de lapbook pois um lapbook pode ter vários mini books!

3. Como são feitos os lapbooks? São feitos de pastas de papéis de arquivo, cartolina, etc., você é livre para usar sua imaginação!

Um lapbook é usado para criar uma coleção de mini livros (mini books) e atividades que podem ser postos dentro de uma pasta de papéis. Cada mini book contém um projeto, um ponto fundamental ou conceito relativo ao estudo de determinada unidade, assunto ou fato.
Por exemplo, seu estudante está estudando a Lua. Um lapbook da Lua pode incluir:

* Um mini book que o aluno escreveu sobre vocabulário Lunar;
* Um gráfico de balança que o aluno criou para comparar a massa da Lua com a da Terra.
* Um mini book para o aluno descrever as diferentes fases da Lua.

Os mini books incluídos em um lapbook podem ser de qualquer tamanho ou forma, e podem ser feitos de papel de cópia, papel criativo, ou tecido plano. Eles podem ser criados de gráficos de computador ou feitos à mão.
As possibilidades são infinitas.

4. Benefícios de um lapbook:

* Lapbooks destinam-se a reforçar e suplementar o que o aluno aprendeu sobre determinado assunto;
*  Lapbooks permitem os estudantes serem criativos
*  Lapbooks podem ser usados como ferramentas de estudos de várias unidades
*  Lapbooks são pastas já prontas de estudos
*  Lapbooks são ferramentas de revisão imediata;

Abaixo alguns exemplos de LAPBOOKS:



















domingo, 19 de janeiro de 2014

Livro Se por um segundo...

O livro If only for a second de Vincent Dixon reúne 20 participantes que lutam contra o câncer, a proposta do livro é muito linda e emocionante belíssimo trabalho onde o mais importante, era o segundo exato em que a pessoa se esqueceu de sua doença ao olhar no espelho e ver o resultado da preparação da foto. O vídeo explica como foi a proposta do ensaio fotográfico.


 
 



terça-feira, 17 de setembro de 2013

RELEITURA


                  Oiii...
Nessa semana trabalhei com meus alunos a leitura do seguinte livro:



 O que me fascinou na leitura do livro, foi entender que se tratava de uma releitura de uma obra, no caso a do quadro Vendedor de Frutas de 1925,  pintado por Tarsila do Amaral.  No curso de artes aprendi a obervar o que de fato seria uma releitura.
Releitura lembrar reler, ou seja ler novamente, o que pressupõe uma leitura, portanto não é só apenas pegar um desenho ou um quadro e copiá-lo, mas sim apropriar-se de uma nova linguagem e transformar aquela ideia inicial do autor em outra, é criar algo novo mas manter um elo com a obra original.
        No livro as autoras utilizam algumas características, a ideia do quadro, os elementos do quadro e a linguagem na forma de poesia para expressar sobre a obra, uma maneira criativa em descrever o olhar, seja ele mais técnico ou para um leitor que esta aprendendo a observar o mundo da arte, meus alunos e eu fizemos a leitura atentamente, cada pedacinho do livro trazia uma característica do quadro, também as ilustrações que tinham seu próprio traço, mostrava que não imitava a cópia mal feita do quadro e sim trazia sua própria tinha que harmonizava com com a história contada em poesia, mas algo interessante era a associação das cores que faziam lembrar das cores vibrantes e alegres usadas por Tasila em seus quadros.


Tarsila do Amaral. “O Vendedor de frutas”, 1925. 
Óleo sobre tela. 108,5 x 84,5cm.Brasil: Visões e Vertigens

Outras Releituras

O Jardim das Delícias Terrenas é um quadro de Hieronymus Bosch, no que descreve a história do Mundo a partir da criação, apresentando o paraíso terrestre e o Inferno nas asas laterais. Essa observação ela  é interessante para alunos maiores já no ensino médio.

Autor: Hieronymus Bosch
Data:1504
Técnica: Óleo sobre madeira
Dimensões:  220 cm × 389 cm
Localização     Museu do Prado, Madrid








 
Juan Ibáñez, um artista de Sevilha, Espanha, tem uma maneira peculiar para reinterpretar obras de arte. Ibáñez dá vida a uma obra por meio de seus próprios elementos, recriando cenas e oferecendo uma nova leitura ao incorporar técnicas artísticas não relacionadas ao trabalho original, como textos poéticos e música, no caso de uma pintura.


Boa leitura, e se gostou... curte, compartilhe ou comente, vai ser legal ter seu comentário!



segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Vídeos interessantes sobre arte-educação

                   A proposta desde post era atender a um dos trabalhos da Licenciatura em Artes Visuais, no qual pedia-se que pesquisasse vídeos interessantes e criativos  sobre arte-educação, daí muito google nessa hora...
                 Pensei em mostrar trabalhos realizados por alunos, por serem a prática de professores o desafio de buscar nas novas tecnologias o uso das mídias na aulas, e inclui também um vídeo sobre uma série, que serve deformação continuada para o professor...espero que gostem e curtam!


1º Vídeo se chama  GERAÇÃO COCA-COLA,

Esse filme foi criado por alunos do 1º ano do ensino médio da escola Luiz Manoel Velozzo no Espírito Santo.

2º Vídeo - Fotografia aliada a outras artes - Caçadores da Alma

  Bom  já este vídeo é um episódio da série Caçadores da Alma que é uma abordagem da arte da fotografia, reconhecendo seus principais personagens: os fotógrafos e suas obras. Imperdivel


3º Vídeo é O Primo Basílio - adaptação do livro de Eça de Queiroz


Filme feito por alunos do 1 ano ano do Colégio Damas


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Blog e WebQuest


Blog e WebQuest



BLOG

O Blog é uma página interativa que permite publicações em forma de diário, em ordem cronológica, permitem comentários dos internautas, eles podem ser compostos de textos, imagens, áudios, vídeos, gráficos e quaisquer arquivos multimídia. São ferramentas colaborativas e interativas onde usuários trocam informações e conhecimento cooperativamente, é uma ferramenta de fácil utilização, que não exige conhecimentos de programação, o que facilitou que milhares de pessoas publicassem suas ideias.
Os blogs educativos levam vantagem sobre as home pages pela facilidade de criação e publicação, já que atualmente não é necessário nenhum conhecimento em programação para criá-los e atualizá-los, além disso incentivam a leitura e escrita, assim como a reflexão dos alunos, pois eles passam a colaborar e cooperar uns com os outros. Possibilitam a interação com qualquer pessoa do mundo que esteja conectada favorecendo a interdisciplinaridade através do diálogo com outras formas do saber, construindo-se redes sociais e de saberes.


Quer saber mais... leia  e assista no link abaixo!

Como fazer um blog...



WebQuest




Em poucas linhas WebQuest é uma pesquisa orientada que parte da definição de um tema e objetivos por parte do professor, para uma pesquisa na qual algumas ou todas as informações com as quais os alunos interagem têm origem em recursos da Internet. Tal como originalmente pensada por Bernie Dodge e Tom March, uma WebQuest estimula:

a pesquisa;

a aprendizagem cooperativa;

a produção de materiais;

o pensamento crítico;

o desenvolvimento dos professores

Esta atividade requer dos alunos a síntese de novos conhecimentos mediante a concretização de uma tarefa, de forma a resolver um problema hipotético ou abordar uma questão real. À semelhança de uma aula bem planejada, uma WebQuest contribui para tornar o processo de aprendizagem mais interessante, com a vantagem de se centrar na auto-aprendizagem dos alunos, numa viagem que os poderá levar a qualquer parte do universo. Contribui para uma abordagem dinâmica, valorizando a pesquisa, estimulando os alunos a serem "investigadores criativos" e aproveitando ainda as competências que já adquiriram na Internet.
Nestes vídeos você poderá saber mais sobre como desenvolver uma WEBQUEST, é só clicar!!!
          
                                                                            
O que é WebQuest ?
Como criar uma WebQuest